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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Obama e Guantânamo – Atitudes que fazem a diferença.


Infelizmente no ano de 2008, não fui disciplinado o suficiente para escrever sobre os vários desdobramentos que o mesmo nos apresentou, como por exemplo a campanha presidencial dos EUA. Mas, entendendo que a campanha perde em importância para o mandato em si. Falarei em breves linhas o que penso das expectativas em torno do atual Comandante-em-chefe do EUA e depois sobre o “pulo do gato” que foi o tema fechar Guantânamo em sua campanha.

Em momento algum fui um fã de Obama. Na verdade, pelo oba-oba que a campanha do Comandante-em-chefe estadunidense se transformou, eu pensei que seria melhor até que o mesmo não saísse vitorioso da urnas. Meu temor era que o fato de ser negro fosse o único diferencial, ou única qualidade. Raça não torna ninguém mais capaz ou superior, sejam brancos ou negros. Entretanto Obama tem mostrado ser homem de palavra. Coisa rara entre políticos de qualquer raça, credo ou nacionalidade.

Para defender meu ponto de vista vou utilizar apenas um acontecimento, que na minha opinião mostra que Barack Obama, não é um homem perfeito (isso sim seria preocupante), mas pelo menos um homem de palavra. O assunto escolhido é o Fechamento da Prisão Militar Americana de Guantânamo. De acordo com a Wikipédia, desde sua abertura, já passaram por Guantânamo 775 prisioneiros sem acusação formada, sem processo constituído e, obviamente, sem direito a julgamento. Entretanto o general Richard Myers, um dos membros do Estado-Maior das forças armadas dos EUA, declarou que a Prisão de Guantânamo é uma "prisão modelo", rebatendo as críticas contidas no relatório da Anistia Internacional, que pedia o fechamento do campo de detenção. Guantânamo me parece ser um modelo de tortura, humilhação e subjugação. Realmente uma vergonha para os EUA em nível internacional, isto é, se eles de fato se preocupam com a opinião internacional.

No dia 22 de janeiro de 2009, Obama assina o decreto que decreta o fim de Guantânamo e em 7 de Fevereiro de 2009, Obama reúne-se com as famílias das vítimas dos atentados do 11 de Setembro e do atentado contra o navio norte-americano USS Cole, para lhes explicar a decisão de fechar a prisão de Guantânamo, onde afirmou que essa atitude vai tornar o país mais seguro e o ajudará a levar rapidamente os culpados à justiça num quadro jurídico sólido, e que isso vai ajudar os Estados Unidos a combater o terrorismo de forma mais eficaz em todo o Mundo.

Não podemos esquecer que sendo a prisão fechada alguns temas não podem ser ignorados. Tais como: destino dos presos, para onde serão levados, como serão julgados, quais serão automaticamente libertados, quais serão as próximas atitudes de Obama após este fato. Obama já está fazendo História.

Ainda falaremos muito neste espaço sobre o governo Obama, ainda mais quando este completar os 100 primeiros dias, quando de fato, terá uma forma muito mais definida que hoje, onde nossa ansiedade não permite o silêncio. Não é a cor da pele de Obama que fará a diferença em seu governo estadunidense, capitalista e democrata. São suas atitudes diferenciadas, as quais, quem estiver neste tempo será testemunha privilegiada.


Agradecimentos na compilação deste artigo:
http://pt.wikipedia.org
http://geografianovest.blogspot.com
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=386639&visual=26&rss=0
http://ultimosegundo.ig.com.br
http://impeachforpeace.org
Abraços Calorosos!!!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

E dá-lhe Hugo Chávez!!!


Segundo a enciclopédia virtual Wikipédia, Hugo Chávez nasceu em Sabaneta em 28 de julho de 1954. É militar, filho de pais professores de Carreira. Chavez é o atual e 53º presidente da Venezuela.

 

Ainda de acordo com a Wikipédia, em 4 de Fevereiro de 1992, quando ainda era tenente-coronel, Hugo Chávez, comandando cerca de 300 efetivos, protagonizou um golpe de Estado contra o presidente Carlos Andrés Pérez, da Acción Democrática (1974-1979 e 1989-1993). Sob os argumentos de que tal ação era uma reação ante a grave crise que assolava a Venezuela.

 

Embora fracassada, a tentativa de golpe em 1992 serviu para catapultar Hugo Chávez ao cenário nacional. Após dois anos de cadeia, graças a uma anistia do novo presidente, Rafael Caldera Rodríguez, Chávez abandona a vida militar e passa a se dedicar à política. O agravamento da crise social e o crescente descrédito nas instituições políticas tradicionais o favorecem.

 

Em 1997, fundou o Movimiento V República (MVR) e, nas eleições presidenciais de 6 de Dezembro de 1998, apoiado por uma coligação de esquerda e centro-esquerda - o Polo Patriótico - organizada em torno do MVR, Chávez foi eleito com 56% dos votos. Assume a presidência da Venezuela em 1999, para um mandato inicialmente previsto de cinco anos. Logo após eleito realiza um referendo para a convocação de uma nova Assembléia Constituinte, que criou um constituinte que na prática, ampliava os poderes presidenciais.

 

Desde então Chaves mantém-se o poder. Opondo-se corajosamente à forte e histórica intervenção estadunidense sobre os países sul-americanos. Apesar de não ser nenhuma maravilha, desde que tentou seu primeiro golpe, a economia venezuelana cresce em ritmo absurdo, o número de pessoas que viviam abaixo de linha de pobreza diminui e o poder econômico das classes D e E, ainda segundo a Wikipédia, cresceu em torno de 150%.

 

Chávez desejava a reeleição indefinida. Em 16 de fevereiro de 2009, a emenda que colocava fim ao limite, foi aprovada. Chávez não perdeu tempo em declarar, logo após votar, que o resultado interferiria diretamente em seu futuro político. Antes do pleito, o presidente venezuelano que governa o país há uma década, anunciou que se saísse vitorioso aprofundaria as mudanças rumo à consolidação de uma revolução socialista na Venezuela. E com a vitória em mãos será quase impossível o presidente não por em prática seus planos.

 

Mesmo em meio À crise econômica mundial.

 

Senhoras e senhores, mais de Hugo Chávez.

 

E dá-lhe Chávez!!!

 

Agradecimentos:

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hugo_Chávez

www.uol.com.br

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Aqui não é a Suiça!!!

A advogada brasileira residente na Suiça, Paula Oliveira, foi atacada por três homens em um gesto interpretado como um ato de xenofobia!

Vestibulandos precisam entender o que significa xenofobia.

Xenofobia é uma palavra de origem grega que significa antipatia ou aversão a pessoas e objetos estranhos.

O termo tem várias aplicações e usos, mas relacionado ao assunto em voga é usado em um sentido amplo referindo-se a qualquer forma de preconceito: seja ele racial, religioso, sexual ou cultural. 

A xenofobia nestes tempos esta associada a grupos que combatem a imigração em seus países. Os motivos que levam a estes grupos a realizarem um ataque desta natureza são variados. O avanço do neofascismo, aliado a crises econômicas( o aumento do desemprego, por exemplo) e o esmagamento do bem-estar social tornam-se ambientes profícuos para que estes grupos radicais demonstrem sua força. O silêncio criminoso e conivente das autoridades choca e acolhe. Segundo os sites de notícias que divulgaram o caso, a brasileira informou que a polícia local a ameaçou caso sua acusação não possuísse fundamentos. Até agora as autoridades não se pronunciaram de modo satisfatório. O pai da advogada, viajou para cuidar de sua filha e cobrar empenho das autoridades do caso.  

Precisava mesmo ele viajar com por tais motivos (o de cuidar da filha é idôneo, diga-se de passagem), o governo de lá não deveria por obrigação pronunciar-se? Mas, como é na Suiça... 

E se fosse uma suiça residente no Brasil, atacada por criminosos de alguma favela protestando por igualdades sociais, Será que deixariam o Lula em paz...?

O engraçado é que os países precisam de imigrantes, simplesmente porque não possuem uma taxa de natalidade que os livre disso. Ou seja, os europeus precisam de imigrantes pois caminham a passos largos para tornarem-se um "país velho". 

O xenofobismo europeu é uma ridícula contradição que colocará em apuros econômicos os países que o abrigam. Além de ser praticado por jovens improdutivos, seguidores cegos de uma religião política que jamais deveria ter existido por ser cruel, irracional, sangrenta e mutiladora. 

Depois reclamam dos nossos pobres "vaquinhas de presépio que lotam recôntidos religiosos". Tudo bem que a segregação criada em torno de homossexuais e negros principalmente expõe nossa vergonha.

Mas aqui não é a Suiça...

A Suiça não é aqui...

Este artigo foi escrito com ajuda de: 

http://jornalnacional.globo.com

http://www.brasilescola.com/doencas/xenofobia.htm

http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/02/13/ult1859u670.jhtm

http://www.espacoacademico.com.br/013/13andrioli1.htm

Abraços calorosos!!!